Não é obrigatório ter o livro 100% finalizado para iniciar um projeto pela Lei de Incentivo à Cultura. O que o projeto precisa é de uma proposta clara: tema, público, justificativa cultural e um orçamento coerente.
Ter o manuscrito avançado, porém, ajuda muito. Ele dá mais segurança na definição do número de páginas, tiragem e custos de produção — itens que compõem o orçamento analisado pelo Ministério da Cultura.
Enquanto o projeto tramita, que pode levar alguns meses, o autor continua escrevendo. Assim, quando a captação terminar, o livro estará pronto para ir à gráfica.
